sábado, 29 de junho de 2013

A Redenção de Gabriel - Sylvain Reynard - Capítulo 2

Olá!

Aqui estamos nós, novamente, com mais um capítulo disponibilizado do nosso querido Professor Gabriel Owen Emerson. Pois é, Sylvain Reynard nos agraciou com o 2o capítulo de seu próximo livro da história de Gabriel e Julianne!

A traduçãdo do 1o capítlo vocês podem encontrar aqui. Assim como o anterior, eu peço, que se vocês forem postar em algum outro lugar, please, créditos! Ah! queria agradecer à todas(os) que acessaram o post do 1o capítulo, até o momento foram 300 acessos! Uhul! o//

Bom, chega de enrolação e vamos ao que interessa!! Ah, visem 'prazamigas', não esqueçam de curtir a página do blog no Facebook!

Capítulo 2



Julia acordou assustada logo cedo na manhã seguinte, os resquícios de seu pesadelo a asfixiavam. Ainda não havia amanhecidos e o quarto estava escuro e quieto, o silêncio era quebrado apenas pelo som da respiração ritimada de Gabriel.



Ela apertou o lençol em seu peito nu e fechou os olhos, forçando seu coração a se acalmar. Mas o ato apenas trouxe as cenas do pesadelo com uma clareza grtante.



Ela estava de volta à Harvard, correndo pelo campus para encontrar o local do seu exame geral do seu Ph.D. Ela pediu ajuda para pessoa após pessoa, mas ninguém parecia saber onde seria feita a prova.


Ela escutou o som de um choro e ficou chocada de encontrar uma criança em seus braços. O bebê estava com fome mas ela não tinha mamadeira. Ela apertou a criança contra seu peito, tentando aquietá-lo, mas ele não parava de chorar.


De repente, ela estava de frente ao Professor Matthews, o chefe do seu Departamento. Ele sabia onde a prova seria feita, mas disse que ela não estava permitida para fazê-la. Ele apontou para o bebê e disse que crianças não eram permitidas.
Então ele havia se afastado e caminhado pelo corredor.

Ela correu atrás dele. Prometendo que ela manteria o bebê quieto. Ela implorou para ele lhe dar uma chance. Todas as suas esperanças e sonhos de completar seu Ph.D. e começar uma especialização em Dante estavam nessa prova. Sem isso, ela seria dispensada do programa.



Ela abraçou a criança, ninando-a, mas o bebê começou a berrar.


Julia envolveu os braços ao seu redor. Mesmo agora, o pesadelo parecia real. Ela estava muito próxima de ter uma ataque de ansiedade, seu corpo estava tremendo.



De alguma maneira, ela cambaleou para o banheiro e conseguiu ligar o chuveiro. A água quente iria confortá-la e acalmá-la. As luzes do banheiro certamente ajudaram a dispersar um pouco da escuridão.


Enquanto ficava sob o jato quente, ela tentou esquecer o pesadelo e as outras preocupações que estavam tentando arranhar a superfície de sua consciência – sua palestra, a família deles em sua iminente visita, a urgência de Gabriel de ter um filho...



Ela se focou no colar de prata ao redor de seu pescoço, dedilhando os três pinjentes. Ela sabia que Gabriel queria um filho. Eles haviam discutido sobre isso antes mesmo do noivado no ano passado. Mas eles concordaram em esperar até que ela se graduasse antes de começarem uma família. Para a graduação ainda faltavam uns cinco ou seis anos ainda.


Por que ele está trazendo agora esse assunto sobre filhos?



Ela já estava ansiosa o suficiente sobre seus estudos. Chegando setembro, ela tinha que terminar o seu curso e se preparar para a prova geral, o que seria no próximo ano.



Ela ainda tinha a pressão da palestra, que seria entregue e apresentada em uma prestigiada conferência em Oxford em algumas semanas. Julia tinha terminado o trabalho de Guido da Montefeltro para o seminário de pós-gradução da Professora Marinelli no semestre passado. A Professora gostou tanto do seu trabalho, que havia comentado com a Professora Picton, que por sua vez encorajou Julia à submeter um resumo para a conferência.



Julia tinha estado extasiada quando sua proposta havia sido aceita. Mas o pensamento de ficar na frente de uma sala repleta de especialistas em Dante e palestrar sobre tópicos que eles eram experts, era extremamente assustador.


Agora Gabriel estava falando sobre reverter sua vasectomia quando eles voltassem da Europa em agosto.



E se a reversão da vasectomia foi bem sucedida?



A culpa caiu sobre ela apenas por formular tal questionamento. Claro que ela queria ter um filho com ele. E ela sabia que desfazer a vasectomia era mais do que um procedimento físico. Seria um gesto simbólico – que ele finalmente se perdoou pelo o que aconteceu com Paulina e Maia. Que ele finalmente começou a acreditar que ele era capaz de ser um pai e cuidar de uma criança.

Eles rezaram por uma criança. Depois do casamento, eles se aproximaram do túmulo de São Francisco e disseram espontaneamente, em preces privadas, pedindo pela benção de Deus pelo casamento deles e pelo presente de uma criança.



E se Deus quer responder às nossas preces, como eu posso dizer ‘espere’?



Julia se preocupou em estar sendo egoista. Talvez ela devesse priorizar a vinda de um filho antes de sua formação e aspirações. Harvard não iria à lugar algum. E muitas pessoas voltava à faculdade depois de começar uma família.



E se Gabriel não quer esperar?



Ele estava certo em apontar que a vida era curta. A perda de Grace era uma prova disso. Uma vez que Gabriel soubesse que ele era capaz de ser pai de uma criança, ele provavelmente iria querer fazer logo. Imediatamente. Como ela poderia dizer não?

Gabriel era um fogo consumidor. Sua paixão, seu desejo, tudo parecia sobrepujar os desejos dos que estavam ao redor dele. Ele lhe disse uma vez que ela era a única mulher que alguma vez disse não à ele. Ele provavelmente estava correto.

Julia se preocupou com a sua habilidade de dizer não aos desejos mais profundos dele. Ela estava sobrecarregada com o desejo de agradá-lo, de fazer ele faliz, e ao fazê-lo estaria abrindo mão de sua própria felicidade.

Ela não tinha muito à crescer.
Ela havia sido pobre e negligenciada quando viveu com Sharon em St. Louis. Mas ela se fez notar na escola. Sua inteligência e disciplina serviram para entrar na Universidade de Saint Joseph e na Universidade de Toronto. Seu primeiro ano em Harvard foi um sucesso. Agora não era o momento para largar tudo. Agora não era o momento de ter um filho.



Julia cobriu seu rosto com as mãos e rezou por força.

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Algumas horas depois, Gabriel entrou na cozinha, levando seu tênis de corrida e meias. Ele estava com uma camisa de Harvard e shorts e estava a ponto de procurar por uma garrafa de água na geladeira, quando ele viu Julia sentada na ilha da cozinha, segurando a cabeça com as mãos.



“Aqui está você.” Ele deixou os tênis e as meias no chão e a cumprimentou com um beijo intenso. “Estava me perguntando por onde você andava.”



Ele notou seus olhos cansados e as olheiras sob eles. Ela parecia angustiada.



“O que há de errado?”



“Nada. Eu terminei de limpar a cozinha e a geladeira, e agora estou fazendo a lista de compras do supermercado.” Ela apontou para um enorme pedaço de papel que estava coberto com sua escrita. Estava próximo à um copo de café que havia esfriado e meio vazio, junto com outra longa lista de coisas à fazer.


Gabriel olhou ao seu redor na cozinha, que estava brilhando. Até mesmo o chão estava imaculado.



“São sete horas. Não é um pouco cedo para limpar a casa?”



“Eu tenho um monte de coisas para fazer.” Ela não soou entusiasmada.


Gabriel pegou as mãos dela, passando seu dedo pela palma da mão dela.



“Você parece cansada. Você não dormiu bem?”

“Eu acordei cedo e não consgui voltar à dormir.
Eu precisava arrumar os quartos e limpar os banheiros. Então eu preciso ir comprar e planejar as refeições. E…” Ela soltou um suspiro trêmulo. Ela sabia que havia mais coisas para fazer mas de alguma maneira ela não conseguia lembrar do resto.

“E?” Ele continuou, abaixando sua cabeça para que ele pudesse encontrar os olhos dela, que se moviam pela longa lista de coisas à fazer.



“Preciso me mexer. Não estou nem vestida ainda.” Ela juntou as pontas do seu roupão de banho e se levantou.



Gabriel a parou.



“Você não precisa fazer nada. Eu disse que iria encontrar alguém para vir limpar a casa e eu vou.” Ele gesticulou para a lista de compras. “Eu vou ao mercado depois da minha corrida.” Ele segurou seu rosto em suas mãos. “Volte para a cama. Você parece exausta.”


“Há muitas coisas para fazer.” Ela sussurrou.



“Eu lido com isso, querida. Eu imaginava que você precisaria trabalhar em sua palestra hoje, e isso é exatamente o que eu quero que você faça. Mas vá dormir um pouco antes.” Ele ofereceu à ela um meio sorriso. “Uma mente cansada não trabalha muito bem.”


Ele a beijou mais uma vez e a puxou para as escadas. Ele tirou as cobertas da cama e a viu se ajeitar, antes de cobri-la.



“Eu sei que é a primeira vez que vamos ter visitas. Mas eu não espero que você seja a empregada. E certamente não quer que nossos parentes a matenham ocupada à ponto de perder o seu prazo. Você pode trabalhar no escritório no resto do dia. Esqueça as outras coisas.” Ele pressionou seus lábios na testa dela e desligou as luzes, deixando Julia para a sua soneca.

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Gabriel normalmente escutava musica enquanto ele caminhava, mas nesta manhã sua mente estava suficientemente distraída. Julianne estava sobrecarregada, isso era óbvio. Ela normalmente não levantava cedo e pelo jeito que estava essa manhã, ela estava acordada havia horas.



Eles provavelmente não deveriam ter convidado sua família para visitá-los. Mas desde que eles iriam para a Itália pelo verão, essa seria a única vez em que eles poderiam estar juntos.



Ele havia esquecido como o tempo passava quando se estavam em companhia. Ele nunca havia recebido mais do que uma ou duas pessoas por vez, e então apenas com a ajuda de uma empregada e uma conta bancária que permitia levar seus convidados para comer fora.



Pobre Julianne. Gabriel relembrou seus próprios anos em Harvard; quantas férias que nunca era verdadeiras férias já que era sempre mais trabalho para fazer, idiomas para aprender, leituras à fazer, e provas para preparar.



Ele estava aliviado de ser docente na Universidade de Boston. Ele não trocaria de lugar com Julia por nada. Especialmente desde que ele lidava com as pressões da graduações bebendo, usando cocaína e P-

Gabriel tropeçou, lançando-se para frente quando a ponta do seu tênis ficou preso na calçada. Ele se endireitou rapidamente e recomeçou seu caminho, forçando-se a se concentrar em seus passos.



Ele não gostava de pensar sobre seus anos em Harvard, quando ele permitiu que Paulina se permitisse aos seus vícios. Desde que havia se mudado de volta para Cambridge, ele havia experimentado flashbacks de drogas tão vívidos, que ele poderia jurar que podia sentir a cocaína entrando em suas narinas. Ele descia por uma rua, ou entrava em um prédio no campus de Harvard e sentia uma ânsia tão afiada que chegava a doer.



Até agora, com a ajuda de Deus, ele havia resistido. Certamente, seus encontros semanais nos Narcóticos Anônimos havia ajudado, assim como suas idas mensais no seu terapeuta.

E então, claro, havia Julianne.



Se Gabriel havia encontrado seu maior poder em Assisti no ano passado, Julianne era seu anjo da guarda. Ela o amou, o inspirou, fez de sua casa um lar. Mas ele não podia afastar o medo que o paraíso havia sorrido para ele apenas um pouco para depois tirá-la dele.

Gabriel havia mudado de infinitas maneiras desde que Julia foi sua aluna em Toronto. Mas ele ainda tinha que abandonar sua crença que ele não merecia tal felicidade. E assim como seu terapeuta o alertou, Gabriel tinha uma padrão de se alto-sabotar.


Sua mãe adotiva, Grace, faleceu de cancer dois anos atrás. Seu premature falecimento simbolizava o quão curta e incerta a vida poderia ser. Se ele perdesse Julianne...



Se você tiver um filho com ela, você nunca a perderá.



Uma pequena voz ecoou em seu ouvido.

Gabriel apertou o passo. A voz estava certa, mas não havia expressado sua motivação primária por querer um bebê com Julianne. Ele queria uma família que incluísse uma criança – uma vida repleta de rosadas, e o conhecimento que ele poderia acertar os erros feitos por seus próprios pais.



Ele manteve sua luta interna longe que sua esposa. Ela estava envolta em suas próprias preocupações e ele estava relutante em adicionar outras. Ela se preocuparia por seus vícios e medos e ele já havia lhe dado muita angústia.

Enquanto Gabriel cobria o familiar circuito em sua antiga vizinhança, ele começou a pensar porque ela parecia tão desanimada esta manhã. Eles haviam passado uma incrível noite juntos, celebrando seu amor no pomar e depois, na cama deles. Ele vasculhou em sua mente, tentando descobrir se ele havia feito algo para machucá-la. Mas o ato de amor deles tinha sido, como sempre, tão passional quanto gentil.

Havia ao menos uma outra possibilidade e Gabriel se amaldiçoou por não ter pensado nisso antes. Julianne sempre se preocupou com seu grau de ansiedade sobre voltar à Selinsgrove. Um ano e meio atrás, seu ex-namorado, Simon, entrou na casa do pai dela e a assediou. Subsequente, a namorada atual dele, Natalie, havia confrontado Julia em um restaurante local, a ameaçando à liberar imagens dela se ela não retirasse a queixa contra Simon.


Julianne convenceu Natalie que não era do interesse dela em liberar as imagens, já que envolviam Simon também. O pai dele era um senador dos Estados Unidos que estava concorrendo à presidência e Natalie estava trabalhando em sua campanha presidencial.



Gabriel tinha mantido suas dúvidas sobre o sucesso de Julia para si mesmo. Ele sabia que uma vez que uma pessoa sentisse o gosto da chantagem, ele ou ela continuaria tentando o mesmo caminho.



Gabriel amaldiçoou de novo, agora correndo como uma penitência de velocidade. Ele nunca havia dito à Julia o que ele fez. Ele também não queria fazer isso agora. Mas se ela estava se preocupando sobre Simon e Natalie, então talvez estava na hora de lhe dizer a verdade...

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Quando Gabriel voltou de sua corrida, Julia estava dormindo. Ele riu, percebendo que seus pés descalços estavam saindo debaixo das cobertas. Julia não gostava quando seus pés ficavam quentes e então ela os colocava para fora, enquanto se aconchegava debaixo de vários cobertores.


Aproximando-se, ele colocou as cobertas ao redor do pé dela, e foi para o chuveiro. Depois que se vestiu, deu mais uma olhada nela, mas ainda estava dormindo. Ele se apressou para descer as escadas, pegando a lista dela na cozinha e rumou para o Range  Rover. Com sorte, ele poderia fazer as compras e fazer algumas coisas da lista de afazeres dela, antes que acordasse.

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Às onze horas da noite, Julia finalmente desceu as escadas do segundo andar. Ela encontrou Gabriel sentado na sala de estar, lendo. Ele estavam em sua poltrona de couro preferida, seus pés descansando em um banquinho, seus olhos se movendo atrás dos óculos.



“Por quê… Olá!” Ele a saudou com um sorriso, fechando seu livro.


“O que você está lendo?”



Ele mostrou a ela a capa. O Caminho de um Peregrino.



“É bom?”



“Muito. Você já leu Franny e Zooey de J.D. Salinger?”


“Há muito tempo. Por quê?”

“Zooey lê esse livro e a mete em problemas. Foi a primeira vez que ouvi falar sobre ele.”



“Sobre o que é?” Ela pegou o livro, olhando a sinópse atrás do livro.



“É sobre um homem russo ortodoxo, que tentou aprender o que significava rezar sem parar.”

Julia levantou uma sobrancelha “E?”



“E estou lendo para descobrir o que ele aprendeu.”



Ela olhou novamente o livro. “Imagino que estamos todos em nossas próprias jornadas espirituais.”

“Alguns de nós estão mais à frente do que outros.”
Ele sorriu.

Ela abaixou o livro e subiu em seu colo. “Eu não penso em mim mesma dessa maneira.
Eu acho que perseguimos Deus até que Ele nos pega.”

Gabriel riu. “Como em
The Hound of Heaven?


“Exatamente.”



“Uma das coisas que eu mais admiro em você é a sua compaixão pela fragilidade humana.”



Ela o beija suavemente. “Eu tenho meus próprios vícios, Gabriel. Eles estão apenas escondidos.”

Ela olhou ao redor das ala, nada de marcas do aspirador de pó no tapete e pó nos movies. O ar cheirava à limão e pinho.



“A casa parece ótima. Obrigada. Eu consegui trabalhar um monte hoje.”

“Que bom.” Ele a olhou sobre o aro do óculos. “Como você está se sentindo?”



“Muito melhor. Obrigada por fazer o jantar.” Ela descansou a cabeça no ombro dele.



“Você não estava com fome quando eu levei a comida para você.” Ele passou os dedos pelo cabelo dela.

“Eu terminei, eventualmente. Eu tive que correr com um problema no meu trabalho, então demorei para arrumá-lo e poder comer.”



“É algo que eu possa ajudar?” Ele tirou o óculos, colocando-o em cima da livro.

“Não. Não quero que as pessoas pensem que você é o cérebro atrás da minha pesquisa.”

“Não era isso o que eu estava oferecendo.” Gabriel soou ofendido.



“Preciso fazer isso eu mesma.”



Ele fungou. “Eu acho que você se preocupa um pouco demias com o que as outras pessoas acham.”



“Eu tenho que me preocupar.” Ela disse bruscamente. “Se eu apresentar um trabalho que parece com algo que você escreveu, as pessoas irão notar. Christa Peterson já andou contando histórias sobre nós. Paul me disse.”

“Christa é uma vadia ciumenta. Ela está indo para trás em sua carreira, não para frente.
Columbia a fez se increver no programa M.Phil em italiano. Eles não a admitiriam ela diretamente no programa de Ph.D. deles. Eu andei falando com o chefe do departamento dela em Columbia. Ela nos calunia em sua conta e risco.” Ele remexeu em sua poltrona. “E quando você falou com Paul?”

“Ele me enviou um e-mail depois da conferência que ele foi no UCLA. Foi quando ele viu Christa e escutou os rumores que ela estava espalhando.”



“Você não me deixou nem ler o seu trabalho. Embora, nós discutimos muito sobre Guido que tenho certeza que sei o que você irá falar.”

Julia mordiscou a ponta da unha, mas não disse nada.



Ele a puxou para mais perto.



“Meu livro tem sido de ajuda?”



“Sim, mas estou pensando em uma linha diferente.” Ela falou.

“Isso pode ser uma faca de dois gumes, Julianne. Originalidade é admirada, mas algumas vezes estabelecer métodos são por uma razão.”



“Eu deixarei você ler amanhã, se você tiver tempo.”

“Claro que eu terei tempo.”
Ele começou a acariciar suas costas, para cima e para baixo. “De fato, espero ansiosamente para lê-lo. Meu objetivo é ajudar, não machucar. Você sabe disso, certo?”



“Claro. Obrigada.” Ela o beijou novamente, antes de se aconchegar em seu peito. “Eu só estou preocupada do que você irá achar.”

“Serei honesto, mas apoiador. Eu prometo.”



“Isso é o melhor que eu posso esperar.” Ela sorriu para ele. “Agora eu preciso que você me leve para a cama e me alegre.”

Ele riu. “O que “animar você” inclui?”

“Levar minha mente para longe dos meus problemas ao me tentar com o seu corpo nu.”



“E se eu não estiver pronto para a cama?”



“Então eu acho que terei que ir para a cama sozinha. E alegrar a mim mesma.” Ela se levantou e se alongou, olhando-o com o canto dos olhos.

Em um segundo ele estava atrás dela, pegando-a nos braços e correndo escada acima.
 
Bom, é isso.

A versão original, em inglês, vocês podem encontrar no site oficial.

Beijos!
Mari.

4 comentários:

  1. POR FAVOR!!!!! Cadê o 3º capitulo???????

    Parabéns.... adoro seu Blog!!!!!

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    1. Oi, obrigada!

      Então, até o momento, o autor só liberou até o 2o capítulo. Mas estou preparando a tradução do flashback do Ano Novo do Professor Emerson. Acredito que ainda hoje postarei!

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  2. Adorei espero que poste logo estou curiosa

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  3. amei encontrar alguém que esteja traduzindo. Estou muito ansiosa para ler o livro 3. Grata pelo carinho, Mari. e parabéns pelo blog.

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